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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Bill Condon fará nova versão de A Bela e a Fera para Disney

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Satisfeita com o desempenho de Malévola nas bilheterias, a Walt Disney Pictures confirmou a realização de mais uma adaptação live-action de um conto de fadas e já anunciou quem será seu diretor.
Bill Condon (Dreamgirls: Em Busca de um Sonho - foto) vai comandar a nova versão de A Bela e a Fera para o estúdio, de acordo com o site The Hollywood Reporter. Detalhes sobre como será esta versão não foram revelados, mas, aparentemente, será mais sombria e trará um ponto de vista diferente sobre a história, como acontece em Malévola. O título provisório do longa é The Beast.
Não foi informado se Condon ajudará a escrever o roteiro. Ele ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 1999 por Deuses e Monstros. No ano passado, Joe Ahearne (Em Transe) estava em negociações para escrever o longa.

Condon dirigiu os dois últimos filmes da franquia Crepúsculo, mas seu mais recente trabalho é O Quinto Poder, sobre o fundador do site Wikileaks, Julian Assange. 
A história de A Bela e a Fera foi adaptada pela primeira vez pela Disney em 1991 e o filme se transformou numa das mais bem-sucedidas animações do estúdio, se tornando o primeiro longa animado a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme. A produção ganhou um relançamento em 3D em 2012 e tem uma bilheteria acumulada de mais de 650 milhões de dólares no mundo todo, sendo 425 milhões arrecadados somente pela versão original.

Além deste projeto, a Disney também desenvolve adaptações live-action (isto é, com atores e sets reais) de Cinderela e Mogli, o Menino Lobo.


Fonte: Cinema em Cena

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sábado, 14 de janeiro de 2012

A Bela e a Fera

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File: Beautybeastposter.jpg A Bela e a Fera é o 30º Clássico Disney, sendo o terceiro da Era Disney Renascença, lançado em 13 de Novembro de 1991.  O filme é baseado no conto de fadas de mesmo nome, escrito por Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont, com roteiro de Linda Woolverton, e histórias de Brenda Chapman, Roger Alles, entre vários outros, e dirigido por Gary Trousdale e Kirk Wise, com produção de Don Hahn. As canções foram escritas por Alan Menken e Howard Ashman, que tinham trabalho anteriormente em A Pequena Sereia. 
A história gira em torno de um príncipe que por causa da sua arrogância e falta de amor, é transformado numa Fera, e numa jovem mulher chamada Bela, que acaba sendo aprisionada no castelo do príncipe. Para o príncipe se transformar em humano de novo, ele precisa amar Bela, e ela precisa corresponder seu amor, senão estará condenado a ser Fera para sempre. 
O filme foi um sucesso significativo tanto de crítica como comercial, tendo arrecado 403 milhões em bilheterias ao redor do mundo, além de ter vencido o Globo de Ouro de melhor filme musical/comédia, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Canção Original por ''beauty and the beast''. 

O New York Times disse que ''A Bela e a Fera é o melhor musical da Broadway, que não está na Broadway, e sim nas telas do cinemas''. O crítico Roger Ebert deu quatro estrelas para o filme em quatro, dizendo que A Bela e a Fera ''remota aos velhos tempos mais saudáveis de Hollywood, em que os melhores escritores, músicos e cineastas se envolve para criar um grande filme que funciona também como entretenimento'', Ele classificou A Bela e a Fera como o 3º melhor filme de 1991. 
Todo esta aclamação foi o suficiente para tornar A Bela e a Fera a primeira animação indicada ao Oscar de Melhor Filme. A animação recebeu um total de seis indicações ao Oscar's: Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Canção Original três vezes por ''beauty and the beast'', ''be our guest'' e ''belle'' e Melhor Som, tendo vencido nas de melhor trilha sonora e melhor canção original por ''beauty and he beast''.


Depois de Branca de Neve e os sete anões, Walt Disney considerou A Bela e a Fera como o novo longa-metragem do estúdio. Mais a ideia foi abandonada por ser um desafio para a equipe de historia. E o artista Hean Cocteau fez a sua versão do conto em 1946, o que desanimou Walt Disney.
Décadas depois o projeto é ressuscitado em 1988, como um filme de animação. Richard Williams que dirigiu partes animadas de Uma Cilada para Roger Rabbit, foi chamado para dirigir, mais este não aceitou para prosseguir com o seu projeto de animação ''O Ladrão das Arábias''. Em seu lugar, Willliams recomendou o seu amigo e diretor de animação, Richard Purdum, que começou a trabalhar em A Bela e a Fera junto com o produtor Don Hahn. A Bela e a Fera seria uma animação não musical, e se passaria na França na era vitoriana. 
A pedido do então CEO Michael Eisner, A Bela e a Fera foi a primeira animação da Disney a ser escrita em forma de roteiro. Algo em incomum nas animações, que em sua maioria são desenvolvidas em forma de storyboards não com um roteiro. Linda Woolverton escreveu a versão original da história, e depois o storyboards começaram, com Linda trabalhando com a equipe de história para reequipar e desenvolver o filme.

 (Jeffrey Katzenberg vendo os storyboards com Roger Allers)

Ao ver os rolos dos storyboards inicial, o então presidente da Walt Disney Studios, Jeffrey Katzenberg, ordenou que o filme fosse demolido e começassem do zero. Alguns meses depois do reinicio, Purdam renunciou como diretor. O estúdio havia abortado Ron Clements e John Musker para assumir a direção, mais estes rejeitaram pós estavam ''cansados'' depois de terem dirigido recentemente A Pequena Sereia. Assim em seguida, a Disney contratou os diretores Kirk Wise e Gary Trouslade, que tinham dirigido um curta metragem para uma atração da EPCOT no Walt Disney World. 
Depois, Jeffrey perguntou aos compositores Howard Ashman e Alan Menken, se eles podiam fazer um musical no estilo Broadway com A Bela e a Fera, do mesmo modo que fizeram com A Pequena Sereia.
Ashman, tinha descobrido recentemente que estava morrendo de Aids, e estava trabalhando no seu projeto de estimação, Aladdin, do qual ele foi compositor e produtor executivo, por isso, foi relutante em aceitar entrar na produção de A Bela e a Fera. 
Para acomodar a saúde debiltada de Howard Ashman, a produção se transferiu de Londres, para Nova York, perto da casa de Ashman. Na cidade, Howard, Menken, os diretores, Kirk e Gary, o produtor Don e a roteirista Linda, deram reinicio ao roteiro do filme.                                    
                                                                                                         Howard Ashman e Alan Menken

Como na história original só havia dois personagens principais, os cineastas acrescentaram novos personagens na forma de objetos do palácio encantado para ''adicionar o calor e a comédia  a uma história triste, e orientar o público através do filme'', e  acrescentaram também um ''verdadeiro vilão'' Gaston. Estas ideias foram um pouco semelhante a versão francesa de 1946, do conto A Bela e a Fera, que também havia um pretendente para Bela, muito parecido com Gaston, além de objetos inanimados que ganharam vida no castelo da Fera. A diferença é que no filme da Disney, os objetos ganharam personalidades distintas. 
Depois do roteiro ter sido aprovado por Jeffrey Katzenberg, em 1990 storyboards recomeçaram, e os artistas da Disney voavam da Califórnia até Nova York, para que os storyboards fossem vistos por Menken e Ashman. Mais na época, não foi lhes informado o motivo das viagens.
Assim, a animação foi desenvolvida na Califórnia, enquanto as músicas foram gravadas em Nova York. 

''Belle'' foi a primeira composição de Ashman e Menken para A Bela e a Fera, ainda no processo de pré-produção. Durante o curso da produção, muitas mudanças foram feitas na estrutura do filme, que implicou na substituição e na re-destinação das músicas. 
''Human Again'' foi retirada do filmes antes da animação ter começado, por que a sua letra causou problemas em que linha do tempo a história se passa. Assim, Ashman e Menken escreveram ''Something There'', em que a Fera e a Bela cantam de sua crescente afeição uma pelo outro. Mesmo assim, ''human again'' foi adicionada a versão da Broadway de A Bela e a Fera, e também numa nova sequencia especial na versão em DVD do filme em 2002. 
A versão pop da canção-tema ''Beauty and the Beast'' cantada por Celine Dion e Peabo Bryson durante os créditos finais, se tornou um hit em vários rádios em 1991, e acabou dando fama a Celine Dion que não era tão conhecida na época. 
A trilha sonora é o ponto alto de A Bela e a Fera, e os votantes do Grammy reconheceram isso, tanto que a trilha sonora de A Bela e a Fera, foi indicada a oito Grammy's: Álbum do Ano, Melhor Álbum para as   Crianças, Melhor Pop Performance Instrumental, Canção do Ano, Gravação do Ano Melhor Pop Performance de um dueto ou grupo, Melhor Composição Instrumental para um filme e Melhor Canção escrita para um filme ou televisão. (as vitórias estão sublinhadas)

Alan Menken 
Howard Ashman, que já teve uma postagem aqui no blog, morreu 8 meses antes do lançamento do filme, e na época, estava trabalhando nas músicas de Aladdin com Alan Menken, que foram terminadas por Tim Rice. Foi feita um dedicatória a ele nos créditos finais de A Bela e  Fera.




A Bela e a Fera  se tornou a segunda animação a usar CAPS, um sistema criado pela Disney em conjunto com a Pixar, com o objetivo de digitalizar a tinta, e pintar a animação tradicional no processo de pós-produção. O software permitiu uma ampla gama de cores, bem como o sombreamento suave e efeitos coloridos para os personagens, técnica que a Disney tinha perdido quando abandonou  o uso da xerografia no final de 1950. O exito do CAPS principalmente na cena do baile, animou os executivos a trabalhar com a animação computadorizada. 
As vozes originais são de Paige O'Hara como Bella, Robby Benson como a Fera e Richard White como Gaston. Bella foi animada por James Baxter, a Fera por Glen Keane e Gaston por Andreas Deja.



Depois do sucesso em 1991, A Bela e a Fera foi para os palcos da Broadway em 1994, foi lançado em DVD em 2002, além de relançado no cinema em IMAX,  e em 2011 foi lançado em uma incrível Edição Diamante em Blu-Ray e DVD,  com a imagem remasterizada para uma alta qualidade além de bônus especiais.
O sucesso do relançamento nos cinemas em 3D de O Rei Leão, deu forças para a Disney também relançar A Bela e a Fera em três dimensões nos cinemas, depois de 21 anos.
Nos Estados Unidos a re-estreia do clássico aconteceu em 13 de Janeiro, com grandes elogios pela qualidade da conversão em 3D. No Brasil, o relançamento chega no mês que vem, em 03 de Fevereiro.
Então você já sabe: Prepare os bolsos para ir aos cinemas rever este eterno clássico em três dimensões!







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domingo, 23 de outubro de 2011

Disney Princesas: As Princesas da Renascença

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Continuação de Disney Princesas: As princesas de Walt, agora falando das princesas da Disney Renascença: 


Ariel

img-arielAriel, estrela de A PEQUENA SEREIA (1989) é a personagem que mais uma vez salvou o estúdio da falência e ofereceu a ele uma nova chance, aproveitada com a realização de produções tão espetaculares quanto esta, a exemplo de A BELA E A FERA (1991) e ALADDIN (1992). O valor histórico e financeiro incalculável deste filme está relacionado á renascença que promoveu no estúdio, depois de fracassos como O CALDEIRÃO MÁGICO (1985).
A popularidade da Ariel não está relacionada ao fato dela ser uma princesa, e sim ao seu carisma, á sua simpatia, seu espírito livre, divertido e curioso.  É como se ela fosse uma princesa com personalidade igual á da garota espectadora. Mas Ariel também é imponente e corre atrás do que quer. Desobedece a todo o reino para realizar o seu sonho, passando por cima de todos os obstáculos. Embora o exemplo de determinação e coragem dentre as heroínas da Disney seja normalmente Bela, Ariel foi a heroína mais forte até o momento e presença garantida no podium das personagens mais queridas e populares do estúdio.
Ariel também é a única princesa da franquia que estrela seus próprios produtos, como artigos de praia para crianças. Um problema “enfrentado” por ela na franquia é que em algumas imagens promocionais é complicado enquadrá-la como sereia no meio de outras princesas,  e embora ela ainda tenha uma enorme quantidade de apairições nos produtos, é menos frequente que Cinderela e Branca de Neve.
Outras provas da gigantesca popularidade da Ariel são sua afiliação á National Marine Sanctuary Foundation como a representante da Ecologia marinha e uma pesquisa feita por uma revista americana que a apontou como a ruiva mais popular do planeta de todos os tempos. Além disso, dentre as dez personagens, Ariel foi a que apareceu em mais produções: Além do filme original, protagonizou dois outros filmes (A PEQUENA SEREIA II – O RETORNO PARA O MAR, onde conhecemos sua filha Melody, e A PEQUENA SEREIA – A HISTÓRIA DE ARIEL, onde conhecemos sua mãe Athena), e uma série de TV com mais de 30 episódios e 3 temporadas (foi também a primeira série inspirada em um filme da Disney).
Embora á primeira vista o jogo de cores de Ariel (verde, vermelho e roxo) pareça estranho, traduz a vivacidade e brilho da personagem (um detalhe é que a cor da sua cauda é exclusiva, ou seja, não pode ser vista em nenhum outro lugar, tanto que o nome da cor é “Ariel”).
Galeria de imagens da Ariel (Clique para ampliar)
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Produtos da Ariel – Bicicleta, caderno e jogo (Clique para ampliar)
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Bela

belleBela é a heroína do longa de animação A BELA E A FERA, lançado nos cinemas em 1991. O seu filme é um dos mais aclamados da Disney por ser o primeiro animado a receber uma indicação para o Oscar de melhor filme, além de estar entre os favoritos de boa parte dos fãs e ter uma excelente trilha sonora premiada com dois Oscars. O status do filme é, portanto, um fator inquestionável para a popularidade de Bela.
Uma grande quantidade de garotas poderá se identificar fisicamente com Bela e seus cabelos e olhos castanhos, diferente de Ariel, que é ruiva e tem olhos azuis. Bela também é a heroína de personalidade mais forte na Disney.  A mais corajosa, a mais determinada, e por isso conquista um grupo de fãs em especial. Branca de Neve e Aurora dependeram de um príncipe para acordar e ter seu final feliz, Cinderela e Ariel tinham como motivo de sua luta a busca pelo amor, mas o objetivo principal de Bela é outro: Ter aventuras e fazer descobertas. Por acaso, ela conhece a Fera e as coisas mudam um pouco.
A grande parcela das garotas que sonham com seu príncipe encantado e em viver um conto de fadas deverá se sentir bem mais atraída por Aurora, Cinderela ou até mesmo por Ariel, mas aquelas de pensamento diferente vão se identificar com Bela.
Bela não satisfaz o perfil de uma princesa reservada, composta e delicada como Aurora, nem é tão divertida e brincalhona quanto Ariel, nem tão sonhadora quanto Cinderela e Branca de Neve, o que de certo modo faz dela uma personagem á parte no grupo de princesas da Disney e prova a diversidade de personalidades no grupo.
Galeria de imagens da Bela (Clique para ampliar)
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Produtos da Bela – Relógio, sandálias e boneca (Clique para ampliar)
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Jasmine

jasmineJasmine é a heroína de ALADDIN (1992), um dos animados mais queridos da Disney. Vencedor dos Oscars de melhor trilha sonora e melhor canção original, o animado firmou o início de uma nova era de ouro da animação dos estúdios Disney depois de outros megasucessos como A PEQUENA SEREIA (1989) e A BELA E A FERA (1991).
Mas o fato é que Jasmine é uma das princesas com menor popularidade do grupo, pois o seu filme não tem um status tão elevado quanto vários dos outros e a sua participação na história é pequena em relação á maioria das outras personagens. Outro fator é que ela não é a típica princesa europeia, e sim filha de um Sultão.
Mas não falta personalidade em Jasmine. Ela é rebelde, decidida e determinada e não aceita imposições que não lhe agradam. A sua inocência e o seu desejo de viver livremente fora dos muros do palácio são satisfeitos por Aladdin, que em um dos mais belos números musicais da Disney a leva em um tapete mágico para além dos muros do palácio. Uma característica interessante em Jasmine é vê-la inocentemente pegando uma maçã de uma banca na feira para entregá-la a um garoto com fome, sem saber que era preciso pagar, e depois notar a sua esperteza em outros aspectos, quando descobre a verdade sobre Aladdin.
Um fator que favorece Jasmine é a sua aparência, com a qual uma grande quantidade de garotas poderá se identificar: Cabelos pretos e olhos castanhos.
Jasmine é a última grande princesa da Disney. Pocahontas (do filme homônimo, 1995) e Mulan (do filme homônimo, 1998), embora integrem o time oficial de princesas fazem apairições em produtos muito raramente, sendo que a segunda sequer é uma princesa.
Galeria de imagens da Jasmine (Clique para ampliar)
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Produtos da Jasmine – Camiseta, boneca e miniaturas (Clique para ampliar)
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Pocahontas

pocahEmbora seja uma integrante oficial do time de princesas da Disney, Pocahontas não tem esta condição reconhecida por uma grande quantidade de pessoas, pois é muito raro ver suas imagens em produtos. Isto se deve ao fato de que Pocahontas é diferente de todas as princesas da Disney, pois não descende da realeza europeia – é filha de um chefe indígena, e embora existam alguns momentos divertidos no filme protagonizados por ela, no geral Poahontas é séria. Seu filme não foi baseado em contos de fadas, como CINDERELA ou A PEQUENA SEREIA, e sim em uma história real. Tudo isto contribuiu para que, junto com Mulan, Pocahontas se tornasse a princesa mais esquecida do estúdio.
É estranho observar que Bela, mesmo sendo decidida, corajosa e teimosa, alcance grande popularidade, enquanto Pocahontas, possuindo estas características ainda mais acentuadamente, não seja tão querida. Isto está muito relacionado á popularidade dos filmes: Não é segredo para ninguém que A BELA E A FERA tem um prestígio e apelo popular muito maior que POCAHONTAS.
A intenção da equipe do filme não era fazer uma heroína tão jovem quanto Ariel, por exemplo: Pocahontas não é uma adolescente, e sim uma mulher, que foi capaz de salvar todo o seu povo de um choque cultural. Tal feito não convenceria sendo feito por uma garota de quinze ou dezesseis anos.
A sabedoria também é uma característica marcante nesta personagem. A sua canção “Colors of the wind”, premiada com o Oscar de melhor canção original em 1996, traz uma complexa mensagem sobre a preservação do meio ambiente e amor a todos os seres vivos. Pocahontas também pode ser tida, portanto, como uma defensora do planeta.
Embora tenha um propósito diferente das princesas dos filmes da Disney, Pocahontas se torna uma heroína excepcional se interpretada da maneira certa.
Galeria de imagens de Pocahontas (Clique para ampliar)
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Produtos de Pocahontas  – Bonecas e miniaturas do filme (Clique para ampliar)
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Mulan

mulan-cliEm um caso muito semelhante ao de Pocahontas, Mulan é uma integrante oficial do time de heroínas Disney, embora apareça muito pouco nos produtos da franquia. Ainda asssim, Mulan ainda pode ser vista em mais licenciamentos do que a princesa indígena.
Dentre as dez componentes do time, Mulan é a única que definitivamente não é uma princesa, apenas vem de uma família de prestígio. No seu filme (MULAN, 1998), ela se veste de homem para entrar no exército chinês para combater os Hunos no lugar do seu pai, que morreria se fosse á batalha.
Em sentido literal, é a única guerreira do time e certamente a mais decidida, rebelde, inteligente e corajosa.  Tomaram muito cuidado em seu desenvolvimento para que a personagem não perdesse sua feminidade, pois passa a maior parte do filme vestida de homem e lutando. O resultado final nos agraciou com uma das melhores heroínas do estúdio.
De qualquer modo, Mulan não é tão graciosa quanto Branca de Neve ou Cinderela, e seu jeito mais espafatalhoso lembra mais Ariel, de A PEQUENA SEREIA. Um exemplo disso ocorre na cena em que tenta surpreender a casamenteira.
Galeria de imagens de Mulan (Clique para ampliar)
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Produtos de Mulan  – Bonecas e miniaturas do filme (Clique para ampliar)
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A terceira parte falara das novas princesas do estúdio: Tiana e Rapunzel. Bye!
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sábado, 24 de setembro de 2011

Disney na Broadway - Parte 1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...A Walt Disney Theatrical, foi fundada com o objetivo, de adaptar as animações da Disney, aos palcos da Broadway. Já que, os estilos das animações da década de 90 eram muito comparados as peças da Broadway. Na época em que A Bela e a Fera foi lançado em 1991, os críticos disseram: ''O melhor musical da broadway que não esta no palco, e sim nos cinemas em forma de animação''
Não e a toa, que a primeira produção da Disney Teatros foi A Bela e a Fera.


  • A Bela e a Fera - O Musical 


File: BatbBroadwayLogo.jpg

As músicas da versão A Bela e a Fera - The Broadway Musical, tiveram as musicas do filme, escritas por Alan Menken, e Howard Ashman. Porém, infelizmente, Howard faleceu; E Tim Rice foi chamado para fazer novas músicas com Alan Menken para a peça. Sete novas canções foram escritas para a versão Broadway do filme. E a música ''Human Again'' feita por Menken e Ashman, e cortada do filme, esteve presente na peça. E mais tarde, na versão em DVD.

O musical abriu na Broadway no Palace Theatre em 18 de abril de 1994, e foi dirigido por Robert Jess Roth, com coreografia de Matt West; e o elenco original era formado por Susan Egan (Bela), Terrence Mann (Fera), Burke Moss como Gaston e Gary Beach como Lumiere.
O figurino de Ann hould-Ward, deu o a A Bela e a Fera seu único Tony  Awards, de 9 indicações.

 Em 1999, a peça saiu do Palace e foi para o Teatro Lunt-Fontanne, onde permaneceu até 29 de julho de 2007, quando foi fechada.                     Depois de 13 anos no palco, A Bela e a Fera teve 5.464 perfomances, e é a oitava mais longa produção da Broadway na historia. A peça teve suas versões off-broadway em vários países como a Inglaterra, Austrália  Argentina, entre outros. Assim, o musical já arrecadou 1,4 bilhões de dólares em todo mundo. E tocou em 13 países, e 115 cidades. Além de ter se tornado uma escolha popular para as produções escolares.


  • A Pequena Sereia - O Musical 
 Um dos principais motivos de A Bela e a Fera ter saído da Broadway, era para dar lugar a outra produção da Disney Teatros: A Pequena Sereia. 
A versão Broadway também teve novas músicas. Desta vez, escritas por Alan Menken e Glenn Slater.            O musical estreou na Broadway no Lunt-Fontanne em 03 de Novembro de 2007, antes disso, teve uma pré-broawday em Denver no Colorado. 
A interprete de Ariel na versão da Broadway foi Sierra Boggess, que encheu Ariel de graça e carisma. Confira abaixo, Party of your World, na Broadway:


A peça teve várias versões em outros países como a Filipinas, e em outros teatros espalhados pelos E.U.A até hoje. Porém, a produção original se encerrou em 30 de Agosto de 2009, depois de 685 perfomances.


  • O Rei Leão - O Musical
O Rei Leão Musical.svg

O Rei Leão, e de longe a produção da Disney Teatros mais famosa. 
O musical estreou no Teatro de Nova Amsterdã, na  Broadway em 15 de julho de 1997, depois de um sucesso estrondoso fora da Broadway, no teatro Orpheum em Minessota. A versão teatral teve novas músicas de Elton John e Tim Rice, além das dos filmes. E os coros de vozes africanos escritos por Lebo M. e Hans Zimmer, com direção de Julie Taymor. 
Em 1999 a peça estreou no West End em Londres, e em 2008 chegou a se apresentar para a família real.   Já a produção da Broadway, em 2006 se mudou para o Teatro Minskoff, para dar espaço a outra produção da Disney: Mary Poppins. 
Até o momento, O Rei Leão continua em cartazes, sendo a sétima peça mais longa da Broawday, na historia.
 O Rei Leão - o musical, já foi visto por 55 milhões de pessoas em todo mundo, e ganhou 5 Tony's em 1998: Melhor direção de um Musical, Melhor figurino, Melhor direção de arte, Melhor cenografia e Melhor coreografia. Além de mais cinco indicações, incluindo, melhor musical. 

Aqui, confira um vídeo que apresenta a maravilhosa produção da Disney Teatros: O Rei Leão.


Haverá uma segunda parte, falando de outras produções da Disney Teatro como Mary Poppins e Tarzan. Além de peças originas como Aida, aguardem!

File: WDTheatrical.png

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