Depois de tantos mistérios e polemicas, a Disney começou á divulgar seu 53º longa animado: Frozen - O Reino de Gelo, que estreia em Novembro. A Disney tem uma estranha tendencia de manter seus animados guardados a sete chaves; Enquanto Universidade Monstros está sendo divulgado desde do final do ano passado, Frozen começa á receber uma divulgação agora: Cinco meses para sua estreia.
O tease trailer que a Disney lançou na internet nessa terça-feira 18, apresenta uma divertida cena entre o alce Sven e o boneco de neve Olaf, mas ainda não revela maiores detalhes da trama roteirizada por Jennifer Lee (Detona Ralph) e Shane Morris, baseada no conto de Hans Christian Andersen, A Rainha da Neve.
Você também pode conferir abaixo as primeiras imagens do longa, desenvolvido pelos mesmos criadores de Enrolados (e talvez por isso tenham visuais tão semelhantes). Chris Buck e Jennifer Lee assinaram a direção que terá vozes de Kristen Bell como a protagonista Anna; Idina Menzel como Elsa, a Rainha da Neve; Jonathan Groff como Kristoff; e Josh Gad como Olaf, tanto nos diálogos quanto cantando.
As músicas foram escritas pelos compositores da Broadway, Robert Lopez e Kristen Anderson Lopez, enquanto a pontuação ficou á cargo de Cristopher Buck.
Frozen tem estreia norte-americana prevista para 27 de novembro deste ano.
Ainda em 2013, a Disney lança as animações Universidade Monstros (com a Pixar), que chega aos cinemas na próxima sexta-feira, e Aviões, em 13 de setembro.
Sinopse: Quando uma profecia aprisiona um reino no inverno eterno, Anna deve juntar-se a Kristoff, um ousado homem da montanha, na maior de todas as jornadas para encontrar sua irmã, Elsa, a Rainha da Neve, e acabar com o feitiço gelado. Encontrando situações extremas, criaturas místicas e mágicas a cada passo, Anna e Kristoff guerreiam contra os elementos em uma corrida para salvar o mundo em que vivem da destruição.
Na próxima terça-feira, 11 de Junho, estreará, no Festival de Annecy, um novo curta-metragem animado em preto e branco estrelado por Mickey Mouse, batizado de “Get a Horse!”, supostamente nunca antes visto.
O estúdio disponibilizou um pôster da animação – veja a imagem acima –, o qual tenta simular uma peça promocional antiga. O curta seria datado da década de 1930, nos primórdios da carreira cinematográfica do camundongo.
O blog Big Screen Animation aponta a ausência de alguns detalhes no cartaz, como a data de copyright, e a recusa da porta-voz da Disney em responder à pergunta do L.A. Times sobre a possibilidade da animação ter sido produzida recentemente.
De acordo o Cartoon Brew, a diretora Lauren MacMullan, a produtora Dorothy McKim, e o animador Eric Goldberg do curta comparecerão ao festival para a exibição, o que reduz as chances de ser algo recém-descoberto.
A pequena animação utiliza uma faixa de áudio gravada de Walt Disney como Mickey. O criador do personagem foi responsável por dublá-lo entre 1929, quando estreou “The Karnival Kid”, e 1946, com Jimmy MacDonald sucedendo-o.
O roteiro de “Get a Horse!” acompanha Mickey, sua adorável namorada Minnie Mouse, e seus amigos Horácio e Clarabella durante um passeio em um vagão musical, quando João Bafo de Onça aparece e tenta tirá-los da estrada.
Em 2009, a empresa iniciou uma campanha de revitalização da imagem do personagem, o qual completará 85 anos em Dezembro e pode passar para o domínio público em 2018; ao colocá-lo como protagonista do game “Epic Mickey”. Uma nova série de curtas animados está prevista para ser exibida em breve no Disney Channel.
Aladdin é um querido clássico Disney, lançado em 1992, sendo parte da era Disney Renascença e 31º animado do estúdio. A animação foi um sucesso de bilheteria arrecadando mais de 500 milhões ao redor do mundo e ganhando o Oscar de melhor trilha sonora e canção original.
A ideia da animação partiu do letrista Howard Ashman (A Pequena Sereia, A Bela e a Fera), baseando-se na lenda árabe de ''Aladim e a lâmpada mágica'' de Mil e Uma Noites. Depois Ashman escreveu algumas músicas com o parceiro Alan Menken para o tratamento do filme; Linda Woolverton, que havia trabalhado no roteiro de A Bela e a Fera, foi chamada para escrever o roteiro de Aladdin, que passou por três rascunhos para o então presidente dos estúdios Disney, Jeffrey Katzenberg aceitar a produção.
Em seguida, os diretores John Musker e Ron Clements (A Pequena Sereia) se juntaram à produção, escolhendo Aladdin de três projetos oferecidos, que também incluía uma adaptação de O Lago dos Cisnes e Rei da Selva - que se tornou O Rei Leão.
Musker e Clements escrevram uma parte do roteiro, e entregou-o á Jeffrey Katzenberg em 1991. Katzenberg achava que o roteiro "não envolvia", e só depois o aprovou quando ele foi reescrito pela dupla Ted Elliott e Terry Rossio. Entre as mudanças, a mãe de Aladdin foi removida, a princesa Jasmine foi transformada é uma personagem forte, a personalidade de Aladdin foi reescrita para ser "um pouco mais áspero, como um jovem Harrison Ford , " e o papagaio Iago , originalmente concebido como um personagem britânico calmo e sério, foi reformulado em um papel cômico após os cineastas virem Gilbert Gottfried em Beverly Hills Cop II . Gottfried foi escalado para fornecer a voz de Iago.
Robin Williams, que havia trabalhado no filme da Disney/Touschstone Pictures ''Bom Dia, Vietnã'', aceitou á participa do filme com a condição de que seu nome ou imagem não fosse utilizado para marketing, e seu personagem (de apoio) não ter mais de 25% de espaço em arte publicitária, desde brinquedos . Por razões financeiras, o estúdio voltou atrás no acordo, e o genio aparece mais do quer 25% nos cartazes de publicidade o que casou uma briga entre Robin Williams e a Disney.
A principal questão que os animadores enfrentaram durante a produção de Aladdin foi a representação do próprio Aladdin.
Durante a produção, foi decidido que ele era muito moleque e não "suficientemente atraente", de modo que o personagem foi redesenhado para adicionar elementos derivados do ator Tom Cruise e Calvin Klein.
Cada personagem foi animado sozinho, com os animadores de consultoria juntos para fazerem as cenas em que os personagens se encontravam.O animador de Aladdin, Glen Keane, estava trabalhando no ramo da Disney na California, e o animador de Jasmine, Mark Henn, estava na Florida no Disney-MGM Studios, e eles tiveram que freqüentemente usar o telefone, fax ou enviar projetos um para o outro.
Os compositores Alan Menken e Howard Ashman junto com Tim Rice foram elogiados pela a criação de uma trilha sonora que é "sempre boa, rivalizando com a melhor dos outros musicais animados da Disney a partir dos anos 90". Menken e Ashman começaram a trabalhar no filme juntos, logo no inicio que o roteiro estava sendo escrito, e escreveram mais de 14 canções para um filme.
Infelizmente, Ashman não pode ver á animação que ele tinha dado á ideia nos cinemas. Ele morreu de AIDS no ínicio de 1991, fazendo Tim Rice assumir sua posição de letrista e terminar de escrever as músicas junto com Menken. Seis canções foram destaque no filme, três por cada letrista.
O filme ganhou muitos prêmios, principalmente pela sua trilha sonora de sucesso. A animação deu origem á vários materiais inspirados nos filmes, incluindo duas sequelas direct video: O Retorno de Jafar e Aladdin o Rei dos Ladrões, e ainda uma animada série de televisão, brinquedos, jogos de vídeo, spin-offs e outras mercadorias Disney.
Uma adaptação da Broadway para o filme está agendada para estrear em 2014.
Fiquem com á bela ''A Whole New World'' escrita por Alan Menken e Tim Rice, ganhadora do Oscar:
O estúdio Harmonix, dos criadores dos jogos musicais da série "Rock Band" e de "Dance Central", anunciou o desenvolvimento do game "Fantasia: Music Evolved", para Xbox 360, que foi inspirado no filme clássico "Fantasia", da Disney.
O título tem previsão de lançamento para 2014 e usa o sensor Kinect, que capta os movimentos dos jogadores, dispensando o uso do joystick, para que se possa controlar o ritmo das músicas e "remixá-las". Será possível modificar as canções em tempo real, combinando a música original do filme com novas trilhas, além de adicionar efeitos especiais e "poderes mágicos".
No título, o jogador é um dos escolhidos pelo feiticeiro Yen Sid, que no filme clássico tem Mickey Mouse como aprendiz, para fazer uma viagem por reinos mágicos e, ao mesmo tempo, aprendendo novos feitiços. O game terá suporte para duas pessoas ao mesmo tempo usando o Kinect em modos competitivo e cooperativo.
"Fantasia: Music Evolved" traz músicas de 25 artistas em versão original com dois remixes cada. As cinco canções confirmadas até o momento são "Bohemian Rhapsody" (Queen); "Levels" (AVICII); "Locked Out Of Heaven" (Bruno Mars); "Some Nights" (Fun.); e "Settle Down" (Kimbra).
O escritor de histórias sobrenaturais Royce Mathew acusa a Disney de plágio. Ele alega que parte do enredo de Piratas do Caribe foi copiado de um de seus livros que conta a história de piratas vitimados por uma maldição que os transforma em caveiras quando entram em contato com a luz da lua. Segundo o site The Hollywood Reporter, Mathew exige bilhões de dólares de indenização.
Esta é a segunda vez que o autor move processo contra a companhia pelo mesmo motivo. Há oito anos, ele exigiu o reconhecimento dos direitos autorais. Em defesa, a Disney alegou que a franquia Piratas do Caribe havia sido criada a partir da atração de mesmo nome que faz sucesso no parque temático da Disney em Orlando. Na ocasião, Mathew aceitou a justificativa e assinou um documento em que abria mão da briga judicial.
Recentemente, Mathew voltou aos tribunais e acusou a Disney de ter usado documentos fraudulentos para comprovar a tese defendida em 2005. Ele se baseia em informações contraditórias presentes em dois livros publicados pela Disney sobre a franquia. Um deles, lançado em 2007, diz que a ideia original de Piratas do Caribe é de Marc Davis, responsável pela atração no parque de diversões. Em outro título, datado de 2009, a criação é atribuída a outro artista, chamado Collin Campbell.
Segundo o Hollywood Reporter, a Disney ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Em levantamento feito há dois anos, a franquia Piratas do Caribe foi avaliada em 4,2 bilhões de dólares -- três filmes da série fizeram 2,6 bilhões de dólares em bilheteria e renderam 1,6 bilhão em licenciamento de produtos.
A adaptação cinematográfica da Disney, para o musical da Broadway “Into the Woods” contratou mais quatro atores para seu elenco, trata-se de: Emily Blunt (“Os Muppets”), Christine Baranski (“The Good Wife”), Chris Pine (“O Diário da Princesa 2: O Casamento Real”) e Jake Gyllenhaal (“Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo”). O musical mistura os contos dos mais adorados personagens – como Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão e Rapunzel – à estória de um padeiro e sua mulher.
Pine e Gyllenhaal serão, respectivamente, os Príncipes da Cinderela e da Rapunzel, e Emily Blunt, interpretará a Esposa do Padeiro, impedida de conceber filhos após ser amaldiçoada por uma Bruxa, papel de Meryl Streep.
Ao contrário do que foi especulado antes, Johnny Depp (“Cavaleiro Solitário”) não viverá o Padeiro, porém o Lobo, do conto da “Chapeuzinho Vermelho”.
Ainda não foram divulgados detalhes da personagem de Cristine Baranski, que trabalhou em “Chicago” com o diretor Rob Marshall, responsável pela direção da versão para os cinemas do musical criado por Stephen Sondheim.
Na leitura de roteiro, promovida por Marshall em Outubro de 2012, Baranski ficou encarregada de ler o papel da Madrasta da Cinderela, e possivelmente assinou contrato para interpreta-lo no cinema.
O vencedor do Tony® James Corden, que também esteve presente na leitura, estaria supostamente em negociações para viver o Padeiro, no entanto, não há confirmação ainda.
O espetáculo original, cujas letras e músicas foram compostas por Stephen Sondheim (“Sunday in the Park with George”), estreou na Broadway em Dezembro de 1986.
As filmagens de “Into the Woods” devem inciar em Outubro deste ano, entretanto não há previsão para a estreia.
Após a Disney ser duramente criticada e pressionada por petições por ter repaginado a princesa Merida, da animação "Valente", a empresa voltou atrás e manteve a versão original da personagem.
A Disney não divulgou nenhum comunicado sobre o assunto, mas retirou na quinta-feira (16) a imagem do seu site Disney Princess.
A polêmica teve início na última terça-feira (14), quando a princesa ruiva, conhecida pelo estilo mais sapeca e com os cabelos despenteados, teve o molde do seu corpo, o cabelo e a roupa mudados para uma nova linha de brinquedos.
Em sua nova versão, Merida surgiu mais magra, com uma aparência de mulher e com um olhar mais sensual. Além disso, o arco que é o seu companheiro de aventuras foi deixado de lado na nova versão.
Após a Disney ser duramente criticada e pressionada por petições por ter repaginado a princesa Merida, da animação "Valente", a empresa voltou atrás e manteve a versão original da personagem.
A Disney não divulgou nenhum comunicado sobre o assunto, mas retirou na quinta-feira (16) a imagem do seu site Disney Princess.
A polêmica teve início na última terça-feira (14), quando a princesa ruiva, conhecida pelo estilo mais sapeca e com os cabelos despenteados, teve o molde do seu corpo, o cabelo e a roupa mudados para uma nova linha de brinquedos.
Em sua nova versão, Merida surgiu mais magra, com uma aparência de mulher e com um olhar mais sensual. Além disso, o arco que é o seu companheiro de aventuras foi deixado de lado na nova versão.
Uma das primeiras coisas que passaram pela cabeça do público quando saiu a notícia da compra da Marvel pela Disney, em 2009, foi a possibilidade de a Casa do Mickey fazer um filme animado estrelado pelo Homem-Aranha, Wolverine ou qualquer outro desse heróis. No ano passado descobriu-se que adaptar uma criação da Marvel realmente estava nos planos da Disney Animation, mas não seria nenhum personagem tão famoso. O olhar do estúdio estava voltado para uma história em quadrinhos de 1998 chamada “Big Hero 6″.
O filme é uma adaptação dos quadrinhos da Marvel sobre um grupo de heróis financiado pelo governo japonês, que tem a missão de treinar humanos para ações de defesa. Samurai de Prata, Solaris, GoGo Tomago, Honey Lemon, Hiro Takachiho e Baymax formam a equipe.
Em 09 de Maio surgiu a confirmação oficial de que a Disney está produzindo uma animação baseada nessa história. Com ela vieram também a arte conceitual do início do post, em que aparece uma icônica ponte da cidade de San Fransokyo (isso mesmo, mistura de São Francisco com Tóquio), e este breve vídeo, que não mostra nada além do cenário metropolitano do filme (e uma tela com imagens do jogo “Fix-It Felix, Jr.” lá ao fundo – presta atenção que você vai ver!):
Esta aqui é a sinopse oficial:
Dos Estúdios Walt Disney Animation chega BIG HERO 6, uma comédia de ação e aventura sobre o prodígio Hiro Hamada, brilhante em robótica, que se vê envolvido em uma trama criminosa que ameaça destruir a cidade de San Fransokyo, um local com ritmo de vida acelerado e altamente tecnológico. Com a ajuda de seu companheiro mais próximo — um robô chamado Baymax— Hiro une forças com uma relutante equipe iniciante de combate ao crime em uma missão para salvar a cidade. Inspirado nas revistas em quadrinhos da Marvel de mesmo nome, e apresentando estilo de ação dos gibis bem como toda a emoção e o humor que o público espera dos Estúdios Walt Disney Animation, o longa com animação por computação gráfica BIG HERO 6 chega aos cinemas em 2014.
7 de novembro de 2014, para ser mais específico, então dá pra imaginar que o lançamento brasileiro vai ser em janeiro de 2015.
Mas por que não fazer um filme usando um personagem mais famoso da Marvel? “Eu estava procurando por algo que estivesse num canto mais obscuro, que nos desse mais liberdade para fazer do nosso jeito”, explica Don Hall, diretor do filme e grande fã de quadrinhos. Hall selecionou três HQs em suas buscas no acervo da Marvel, e a que mais agradou John Lasseter foi “Big Hero 6″. A história tem humor e um herói mirim, elementos que cabem muito bem numa animação da Disney. Além disso, o estúdio está cheio de gente aficionada pelo Japão – incluindo Lasseter.
Uma das festividades mexicanas mais conhecidas internacionalmente é o Dia dos Mortos, comemorado com música, fantasia e suas caveiras características no dia 2 de novembro. A celebração de origem indígena é a inspiração para um dos próximos projetos da Pixar, anunciado em 2011. Mas a enorme quantidade de críticas recebidas pelo estúdio, que tentava patentear a marca Dia de los Muertos (título provisório da animação), fez com que a decisão fosse repensada.
De acordo com o site Deadline, a produção do filme continua, embora a patente tenha sido retirada. Segundo um anúncio oficial, “a Disney-Pixar está desenvolvendo um longa inspirado pelo feriado mexicano Dia de los Muertos. A patente foi pensada para proteger qualquer nome em potencial da produção e atividades relacionadas. Desde então, foi determinado que o título mudará e neste momento estamos retirando o formulário de patente”.
Dirigido por Lee Unkrich (Toy Story 3), o projeto ainda não tem previsão de estreia.
Homem de Ferro 3 já e a segunda maior abertura de todos os tempos nos Estados Unidos. O filme arrecadou $175.300.000 em sua primeira semana; Perdendo apenas para Os Vingadores ($ 207.400.000), também da Disney.
Apesar da renda americana ser incrível, ela corresponde ''apenas'' 25.8% da renda geral do filme até o momento.
Ao redor do mundo, o filme já arrecadou $504.800.000, juntando com a americana ele arrecadou nas bilheterias mundias $680.100.000, segundo o Box Office Mojo.
Esse sucesso todo é responsável pela excepcional campanha de marketing da Disney; A peça central da campanha foi a destruição da casa de Stark em Malibu, que traz riscos pessoas ao personagem ao mesmo tempo que mostra uma ação impressionante. O marketing também enfatizou o conflito de Stark com Mandarim, que normalmente é uma boa estrategia mostrar o herói justaposto com o vilão igualmente forte. Some isso a propaganda do filme nas pipocas Fandagos, e um mercado sem concorrência que você tem um sucesso de bilheterias.
Os Vingadores foi um sucesso inestimável. Assim, o publico viu em Homem de Ferro 3 uma ''retorno'' ao universo dos Vingadores que eles amaram tanto, não como uma continuação de Homem de Ferro 2. O que com certeza ajudou nas bilheterias.
A Disney ainda lançara este ano: Universidade Monstros, O Cavaleiro Solitário Thor: O Mundo Sombrio, Frozen - O Reino de Gelo, além de vários outros; Alguém dúvida que este está sendo um ano muito lucrativo para o Mickey?