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domingo, 16 de março de 2014

O Corcunda de Notre Dame irá ganhar musical

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O clássico de animação “O Corcunda de Notre Dame”, lançado originalmente em 1996, está sendo adaptado para os palcos, pela La Jolla Playhouse em parceria com o Disney Theatrical Group.
Esta é uma reimaginação do musical alemão “Der Glöckner von Notre Dame”, produzido pela Disney entre os anos de 1999 e 2002, o qual fora dirigido por James Lapine (“Annie”, “Into the Woods”).
Com músicas compostas por Alan Menken e Stephen Schwartz, a nova peça terá o livro escrito por Peter Parnell (“Sorrows of Stephen”) e direção de Scott Schwartz (“Golda’s Balcony”). Josh Bergasse, da série “Smash”, será o coreógrafo.


Menken é reconhecido por seus trabalhos nos filmes “A Pequena Sereia” (1989), “A Bela e a Fera” (1991), “Aladdin” (1992) e “Pocahontas” (1995), pelos quais recebeu oito Oscars®, além de “Extra! Extra!” (1992), “Hércules” (1997), “Encantada” (2007) e “Enrolados” (2010).

Stephen Schwartz compôs as músicas de “Wicked” (2003), renomado musical da Broadway sobre as bruxas de Terra Oz, e contou com Idina Menzel (“Frozen: Uma Aventura Congelante”) e Kristin Chenoweth (“GCB”) nos papéis principais em sua estreia.


“Estou ansioso para colaborar com esta equipe criativa composta por Alan Menken, Stephen Schwartz, Peter Parnell e Scott Schwartz para trazer a clássica obra de Victor Hugo à vida,” disse Christopher Ashley, diretor de arte da La Jolla Playhouse.

“Fiquei particularmente intrigado pelos temas do musical de amor e solidão, obsessão e heroísmo – temas que ainda ecoam no nosso público hoje. Igual a ‘Peter and the Starcatcher’', este potente novo trabalho explora novas formas teatrais, um dos pilares da missão do Playhouse,” completa.

O musical será encenado entre 28 de Outubro e 07 de Dezembro de 2014 no Mandell Weiss Theatre, em San Diego, na Califórnia. Por ser tratar de uma versão de testes, não há previsão ou anúncio oficial de uma temporada na Broadway.

Fonte: Disneymania


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domingo, 15 de julho de 2012

Os 10 momentos mais sombrios das animações da Disney

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Aqui vai uma lista com os 10 momentos mais assustadores, tristes e sombrios da Disney, que entram em contraste com aqueles momentos alegres, de canções animadas que geralmente permaneiam os filmes do estúdio. 
A lista está na minha ordem dos mais sombrios, só que você pode ter uma ordem diferente; Sinta-se livre para dizer os que mais te assustaram na infância. 

1º: Fantasia (1940)  - Uma Noite no Monte Calvo 


O último segmento do clássico Fantasia, mostra a meia-noite em ponto, o diabo Chernabog convocando maus espíritos e almas inquietas do seu túmulo. Ao som de ''Night on Bald Mountain'' de Mussorgsky, os espíritos dançam e voam no ar, até a hora em que o sino da igreja começa a tocar, e o dia ressurgir. Com certeza, merece o primeiro lugar por vários motivos: Além de ser assustador, a música de Mussorgsky é extremamente forte e impactante, causando arrepios mesmo que você não se assuste com os espíritos no ar;  As imagens de Chernabog ''regendo'' os espíritos  mortos e demônios é extremamente impactante e inesquecível  E a maior prova do impacto deste segmento, é que Walt Disney acrescentou a cena do sol nascendo e o canto ''Ave Maria'', para servir como ''alivio'' emocional para as crianças que estavam assistindo ao filme. Ele sentiu que o público precisava de um conforto emocional depois de uma sequência sombria como esta. 

2º: O Caldeirão Mágico (1985) - Apresentação do Rei de Chifres


Sim, poucas pessoas conhecem esta animação por que ela não faz parte das melhores fases da Disney; E apesar de O Caldeirão Mágico não ser muito bom, ele é conhecido justamente por ser sombrio em boa parte do tempo, já que a maioria das cenas são escuras. E é do Caldeirão Mágico um dos vilões mais assustadores da Disney: O Rei de Chifres. Ele pode não ser famoso como Scar, mas toda vez que aparece consegue causar um arrepio na espinha; Apenas a sua primeira cena já da um gelo. Então O Rei de Chifres merece o 2º lugar mais pelo seu ''conjunto de obra''. 

3º: Branca de Neve e os Sete Anões (1937) - A transformação da Rainha Má


Para mim, todos as cenas da Rainha Má são de dá arrepio, como o Rei de Chifres; Talvez seja por causa da trilha sonora que faz questão de manter um tom sombrio toda vez que a Rainha aparece. O momento que se destaca é aquele em que a Rainha faz a poção para se transformar na velha que vai enganar Branca de Neve com a maça. O vídeo está inglês, mesmo assim vale a pena ver, e tem todas as cenas da Rainha, incluindo aqui eu elegi a 3º mais assustadora. 
Menção Honrosa: A cena de Branca de Neve fugindo na floresta também é bastante sombria, mais como a lista é de 10, não deu para coloca-la. 

4º: Pinóquio (1940) - Menino se transformando em burro 

 

Pinóquio é considerado quase sempre, a melhor animação da Disney, sempre marcando presença no top 10 quando assunto e animação. Um desenho com um grande roteiro, trilha sonora, dubladores e belo visual, tinha que ter um momento sombrio para deixar tudo mais perfeito ou/assustador.
A cena em questão se passa na Pleasure Island, onde Pinóquio não dando ouvidos ao Grilo, é mais uma vez enganado por João Honesto e Gideão, e junto com outro menino levado, ele vai para tal ilha, que é cheia de guloseimas e tentações; Lá eles bebem, fumam, praticam vandalismo, entre outras coisas erradas.
Porém, a ilha contém uma maldição: Ela transformar meninos burros em jumentos de verdade, onde eles são vendidos para as minais de sal ou para circos. O amigo de Pinóquio é logo transformado em burro, criando um dos momentos mais assustadores do estúdio, quando grita: ''socorro, socorro'' e logo depois ''mamãe, mamãe''. Já nosso herói consegue escapar apenas com um rabo e orelhas de jumento.

5º: As Aventuras de Ichabod e Sr. Sapo (1949) - O homem sem-cabeça 


Você pode não conhecer esse clássico Disney, mais a sequencia de Ichabod montado em seu cavalo no meio da noite, andando por uma estrada na floresta completamente deserta e sombria, já justifica a 5º colocação. Quando o homem sem-cabeça aparece, e passa a perseguir Ichabod tentando mata-lo, torna tudo mais tenso do quer já estava antes. Como na sequencia de uma Noite no Monte Calvo, você fica sem respirar direito a ter Ichabod consegue se livrar dele. 

6º: O Corcunda de Notre Dame (1996) - Canção de Frollo

 (a música está em português)
    
O livro clássico de Victor Hugo já é sombrio por si só; E a Disney, apesar de infantilizar a história, preferiu manter o tom sombrio do livro.
Mas foi por causa da canção ''Hellfire/Fogo do Inferno'', que o filme recebeu uma classificação ''G'' nos Estados Unidos, equivalente a 12 anos por aqui. A canção é a primeira cena da história da Disney, a conter a palavra ''inferno''. E se não bastasse, contem o conceito de desejo sexual, que Frollo sente pela cigana Esmeralda, em contraste com seu ódio pelo povo dela. A música escrita pelo veterano Alan Menken e Stephen Schwartz (Pocahontas), ainda contém um coro de vozes cantando em latim, que aparecem na formas de fantasmas vestindo uma capa vermelha na cena. Pois é, a Disney foi corajosa em aceitar a música, levando em conta as reclamações que ela recebeu por parte dos pais conservadores. Apesar disso, o então presidente da Disney na época, Michael Eisner, adorou a cena assim que lhe foi apresentada, e os produtores não sofreram nenhum pressão por parte dos executivos.


7º: Bambi (1942) - A Morte da mãe de Bambi


Você tem que ter no mínimo, um coração de pedra para não sentir pena do Bambi quando sua mãe morre. Fugindo dos caçadores, a mãe de Bambi fala para ele correr; E enquanto Bambi corre, nós ouvimos um tiro.E apesar de não vermos sua mãe baleada, é comovente o desespero de Bambi enquanto grita e procura pela sua mãe em vão; Depois o seu pai lhe conta, não com essas palavras, que sua mãe morreu; O jovem veado chora, enquanto seu pai diz, ''venha comigo filho'', e passa a cria-lo.  

8º: A Bela Adormecida (1959) - Aurora Hipnotizada 


É muito tenso ver Aurora ser hipnotizada por Malévola, e logo depois, ferir o dedo numa roca. É triste e ao mesmo tempo assustador, saber que Aurora está indo cumprir o triste destino que Malévola lançou para ela. A trilha sonora baseada no balé de Tchaikovsky, contribui bastante para a atmosfera sombria da cena. 

9º: O Rei Leão (1994) - Morte de Mufasa

 

Falar de momentos tristes e sombrios da Disney, e não falar da sequencia que termina com a morte de Mufasa é quase que um crime. Não tem uma criança nascida na década de 90 que não tenha chorado junto com o leãozinho pela perda de seu pai. Além da cena ser comovente, é notável a frieza de Scar ao matar o irmão, e logo depois colocar a culpa no sobrinho, tornando tudo ainda mais sombrio. 

10º: Dumbo (1941) - Elefantes Cor de Rosa


Para encerrar com chave de ouro, a cena psicodélica de Dumbo. Depois de confundirem cerveja com água, Dumbo e Timothy passam a ver elefantes cor de rosa, entre outros elefantes coloridos; Esta cena não é tão assustadora, mas sim tensa e extremamente psicodélica, no estilo LSD. A cena é bem típica da Disney nos anos 40: Pinóquio, As Aventuras de Ichabod e Sr. Sapo, Bambi, Fantasia e agora Dumbo; Os anos 40 podem serem facilmente eleitos a década Sombria da Disney. 

Outra Menção Honrosa: A canção ''Amigos do Outro Lado'' de A Pequena e o Sapo, também e bastante sombria - e sinistra - e merece destaque. 

E é isso leitores, esperam que tenham gostado :D bye, bye...











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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Corcunda de Notre Dame

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 A ideia original de O Corcunda de Notre Dame, de acordo com o produtor Don Hahn (A Bela e a Fera),  veio de desenvolvimento do executivo David Stain, sendo inspirado pelo conto de Victor Hugo do mesmo nome, em um filme de animação, depois de ler Classics  Illustrated, uma adaptação em quadrinhos. Então, Stain propôs a ideia a Disney que chamou Kirk Wise e Gary  Trousdale (A Bela e a Fera) para dirigirem o  projeto. 

O Corcunda de Notre Dame narra a história do Corcunda Quasimundo e sua luta para ser aceito na sociedade. O filme é o 34º Clássico Disney  lançado nos cinemas em 21 de Junho de 1996, com músicas escritas por Alan Menken e Stephen Schwartz, que tinham trabalhado recentemente em Pocahontas. O filme apresenta vozes de Tom Hulce (Quasimundo), Demi Moore (Esmeralda), Tony Jay (Frollo) e Kevin Kline (Capitão Febo). 



Gary Trousdale e Kirk Wise, tinham lido o romance de Victor Hugo, e estavam ansiosos para fazer a adaptação. Porém, fizeram várias alterações na história afim de torna-la mais acessível par as crianças. Isto incluiu tornar os heróis, Quasimundo, Esmeralda e Febo, mais simpáticos no filme, alterar O Arcebispo Frollo, para Juiz Frollo, afim de evitar polemica com a Igreja. Apesar disso, foi acrescentado um Arcebispo no filme. 
Como a história e bastante sombria e triste, foi adicionado coadjuvantes ''engraçadinhos'' na forma de três gárgulas de pedra da Catedral, além de manterem Quasimundo e Esmeralda vivos no final. Assim, O Corcunda de Notre Dame da Disney, é vagamente baseado no livro de Victor Hugo.  
Mas apesar das mudanças, a  animação é considerada uma das mais ''sombrias'' da Disney, e abordar questões mais maduras como a luxúria, infanticídio, pecado, profanação religiosa, hipocrisia, conceito de inferno, preconceito, injustiça social, como a aceitação que Quasimundo tando anceia. As canções também contem bastante conteúdo maduro nas letras, como as palavras ''prostituta'', que na canção de Frollo introduz o conceito de indulgencia sexual, bem como frequentes menções verbal ao inferno. 



 (os talentosos animadores)

Os animadores do filme, visitaram a real Catedral de Notre Dame em Paris, por algumas semanas. E fizeram vários desenhos, além de fotos da arquitetura da Catedral, para serem mais fiel aos detalhes.              Como a maioria dos filmes de animação, O Corcunda de Notre Dame, teve problemas com a história desde do início. Um deles, foi a seqüência de abertura que apresenta o nosso vilão, o juiz Claude Frollo.  O veterano de histórias Burny Mattinson, tinham reunido uma seqüência muito eficaz. No entanto, a produção do chefe Jeffrey Katzenberg sentia que faltava algo. Com o tempo, a seqüência foi finalmente definida por música e storyboarded por Paul e Gaetan Brizzi . Os irmãos talentosos juntou à  produção e - ao contrário da maioria dos animadores, eles realmente tinham vivido em Paris. Definida pela música de Alan Menken e Stephen Schwartz , essa seqüência de abertura é nada menos que brilhante.


No entanto, o número da dança de Esmeralda  era outra coisa. Carinhosamente desenhada por Chris Sanders , a menina cigana  foi um motivo de preocupação para as executivas do sexo feminino da Disney. Mais roupas e mais foram adicionados à Esmeralda, na esperança de "cobri-la". Outro momento também causou preocupação. Quando Frollo cheira o cabelo da moça, e novamente o público encolheu. Curiosamente, esta foi uma cena animada por uma mulher (Kathy Zielinski).

Como todos vocês provavelmente sabem, muito é cortado quando um filme está em desenvolvimento da história. Cenas e sequencias são excluida para melhorar o fluxo da história e desenvolvimento do caráter. 


No entanto, existem ótima cenas excluídas. Tais como a a maravilhosa introdução criada por Brenda Champan, com crianças nas ruas de Paris contando histórias assustadoras do "monstro" na torre do sino, e depois é  mostrada a primeira aparição do Corcunda.

É claro que todo filme tem suas questões sérias e tolas. "Como poderia voar gárgulas de pedra", perguntou o então CEO Michael Eisner . Aparentemente, nunca ocorreu na cabeça  do chefe perguntar "Como é possível falar gárgulas de pedra?"




Quando inaugurado em 1996, O Corcunda de Notre Dame recebeu o seguinte consenso dos críticos: "A Disney assumi o clássico de Victor Hugo com um drama desigual, mas seu visual forte, temas obscuros, e mensagem de tolerância, faz um sofisticado filme medianamente infantil ". Apesar deste índice de aprovação, Rotten Tomatoes colocou em sua lista de filmes impróprios para as crianças. 
Apesar de ter sido bem recebido pelos críticos de cinema, o filme recebeu duras críticas, dos fãs do romance de Victor Hugo, que estavam muito insatisfeitos com as mudanças que a Disney fez no material. Arnaud, um dos principais estudiosos sobre Hugo, acusou a Disney de simplificar, editar e censurar a novela em muitos aspectos, incluindo as personalidades dos personagens. Em sua revisão,  Arnaud mais tarde escreveu que os animadores "não têm confiança suficiente em seu próprio sentimento emocional" e que o filme "cai em clichês." O Daily Mail de Londres, chamou O Corcunda de Notre Dame de "o filme mais sombrio da Disney, com uma atmosfera que permeia de tensão racial, intolerância religiosa e histeria ralá" e "a  melhor versão do romance de Victor Hugo, uma obra-prima de desenho animado, e um dos grandes filme de musicais ".
Na sua semana de estréia, o filme estreou em segundo lugar nas bilheterias, arrecadando US $ 21 milhões. O filme viu pequeno declínio nas últimas semana e, finalmente, arrecadou apenas US $ 100 milhões nos EUA e mais de 325 milhões de dólares em todo o mundo, tornando-o o 5º filme de maior bilheteria de 1996. 






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